Eu aqui escrevendo e quem está lendo, é sinal de que estamos vivos e exercendo nossas funções visuais e intelectuais.
Estar contrariado, chateado, indignado, resignado, paciente, calmo, expectante…são expressões de vida!
Respirar, andar, perceber o coração batendo, sinais vitais presentes!
O que nossa mente produz: pensamentos, suposições, interpretações e ideias, são hipóteses que só com a experiencia real e presente, poderemos validar ou não.
Fake News?
Aposto que alguma vez na vida (ou muitas vezes), quem está lendo agora, já passou por situações imaginarias, que, de quando da ocorrência real do fato, se deu conta de ter sofrido a toa, com as suposições feitas: ouço muitas vezes relatos, de “foi mais fácil do que pensei”!
Fake News? Somos experts em fabricá-las, na tentativa de prever, ou controlar fatos que ainda virão. E assim tentar prevenir sofrimento!
A questão, é dar a hipótese ou possibilidade, o devido peso de algo ainda a se realizar (ou não). Pode ser que aconteça, mas pode também ser, que não aconteça! O problema é ter presente que talvez sejam apenas Fake News, ou pensamentos. Não fatos! Mas parecem tão reais…
Vivemos momentos conturbados, onde estamos imersos em incertezas imensas e sem saber no que, e em quem confiar. Diria que a possibilidade que temos, é buscar ter paciência e tranquilidade. Mas confiar na própria intuição e aceitar nossa imensa fragilidade e vulnerabilidade. Ampliar a percepção, pois estamos vivos e somos sempre responsáveis pelas escolhas.
Escolhas, trazem responsabilidade. Sejam elas: seguir as ideias de alguém, ou não seguir. É uma decisão que implica em ser responsável. “Ficar em cima do muro” também é uma escolha! Uma escolha em não se comprometer? Será?
Viver é isso! Nada monótono e sempre cheio de surpresas. Estar em distanciamento social é um fato, que pode ser rico ou tedioso. Depende da escolha que se faz, e a cada momento, como se vive!
O importante é que estamos vivos e viver é um grande privilégio, que ninguém explica!!!
Vamos aproveitar a vida presente da melhor forma possível. E com responsabilidade, pois apesar de muitas vezes não nos darmos conta, o não se dar conta também é uma forma de responsabilidade!
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